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	<title>Comentários em: OS INEVITÁVEIS ESCLARECIMENTOS!</title>
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	<description>Informática, Internet, vídeo, gadgets, etc... espaço às tecnologias de informação e comunicação</description>
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		<title>Por: Catarina Guimarães</title>
		<link>http://paulocarvalhotecnologias.wordpress.com/2008/09/29/deformacao-%c2%abmagalhaes%c2%bb/#comment-333</link>
		<dc:creator>Catarina Guimarães</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 22:24:23 +0000</pubDate>
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		<description>Já agora, como complemento ao meu já longo texto, não sou professora nem virei a ser, como referi sou estudante de Educação na Universidade do Minho, mas a minha mãe tem 55 anos de idade, é professora do ensino básico, e antigamente via-a com alegria a falar da escola, dos meninos da escola, das aulas, e hoje em dia é quase um terror ela ir para a escola. Nunca a tinha ouvido falar antes em vir jubilada (sim, se os juízes são jubilados porque são todos os outros trabalhadores reformados? eu gosto mais do termo jubilado!), hoje em dia é o pão-nosso de cada dia! E isso entristece-me, não só por ela, mas por todos os que se sentem como ela...a profissão que tanto gostava passou a ser um carrasco. Muito devido a uma tal de Lurdes que não deve ter filhos, não deve ter dado muitos anos aulas..ou se deu, depressa se esqueceu do que é ser professor, ou nunca teve a vocação... Arrogância amais para ter sido uma professora competente.. talvez por isso tenha chegado a Ministra da Educação...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já agora, como complemento ao meu já longo texto, não sou professora nem virei a ser, como referi sou estudante de Educação na Universidade do Minho, mas a minha mãe tem 55 anos de idade, é professora do ensino básico, e antigamente via-a com alegria a falar da escola, dos meninos da escola, das aulas, e hoje em dia é quase um terror ela ir para a escola. Nunca a tinha ouvido falar antes em vir jubilada (sim, se os juízes são jubilados porque são todos os outros trabalhadores reformados? eu gosto mais do termo jubilado!), hoje em dia é o pão-nosso de cada dia! E isso entristece-me, não só por ela, mas por todos os que se sentem como ela&#8230;a profissão que tanto gostava passou a ser um carrasco. Muito devido a uma tal de Lurdes que não deve ter filhos, não deve ter dado muitos anos aulas..ou se deu, depressa se esqueceu do que é ser professor, ou nunca teve a vocação&#8230; Arrogância amais para ter sido uma professora competente.. talvez por isso tenha chegado a Ministra da Educação&#8230;</p>
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		<title>Por: Catarina Guimarães</title>
		<link>http://paulocarvalhotecnologias.wordpress.com/2008/09/29/deformacao-%c2%abmagalhaes%c2%bb/#comment-332</link>
		<dc:creator>Catarina Guimarães</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 22:05:34 +0000</pubDate>
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		<description>Boa noite,
A minha sugestão, embora permaneça com a barriga a doer de tanta gargalhada dada, passa por se fazer com que esse vídeo passe nas televisões nacionais, claro que na RTP seria impossível, já que as notícias são como que filtradas, mas para isso existem as televisões privadas.
Frequento o curso de Educação, na Universidade do Minho, em que parte da componente do curso passa pela formação de adultos, e estou em crer que é, no mínimo ridícula essa formação, paga pelos impostos de todos. 
A situação deveria ter direito de antena no &quot;prós e contras&quot; mas dedicado à formação em específico. Isso foi formação para quê?? Palhaçadas??
O Plano Tecnológico à primeira vista é algo de muito importante e útil, mas é com este tipo de formações que pretendem que os professores utilizem o &quot;Sebastião&quot; (perdoem-me, gostei mesmo do nome Sebastião!)? É com este tipo de formações que pretendem que os professores sejam capazes de o utilizar? Falo em professores com muitos anos de serviço e com 50as, que não estão tão esclarecidos relativamente às TIC, ou por outra, não estão muito prontos... É ridículo.
Num dos agrupamentos de escolas de Espinho, nomeadamente na Escola nº2 de Espinho, os professores têm nas salas, quadros multimédia, pelo que percebi da descrição que me fizeram, são quadros interactivos onde dá para ligar o computador e dar aulas através dele, etc etc.. A situação mais caricata que surgiu foi, o interruptor está ao nível do das lâmpadas, qualquer miúdo de 6, 7,8 anos liga aquilo e num instante aquilo avaria. Já para não falar que não foi dado qualquer tipo de informação aos professores que vão trabalhar com isso. Agora já entendi... se nem aos professores que iriam &quot;ajudar&quot; no uso dos Magalhães a formação é dada em condições...que fará a nível de uma simples escola...
Viva ao país do ouro...vem ouro do Brasil não é preciso trabalhar...vem dinheiro da Europa..não é preciso trabalhar... e depois os professores são o mal da sociedade, não, o mal da sociedade começa nos políticos e acaba nos eleitores, contra mim falo que votei Sócrates! 
Com os melhores cumprimentos, já com menos dor de barriga do riso que me provocou o hilariante vídeo, com votos de felicidades para o professor Paulo Carvalho que se mantém coerente nas opiniões/acções. 
Catarina Guimarães</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa noite,<br />
A minha sugestão, embora permaneça com a barriga a doer de tanta gargalhada dada, passa por se fazer com que esse vídeo passe nas televisões nacionais, claro que na RTP seria impossível, já que as notícias são como que filtradas, mas para isso existem as televisões privadas.<br />
Frequento o curso de Educação, na Universidade do Minho, em que parte da componente do curso passa pela formação de adultos, e estou em crer que é, no mínimo ridícula essa formação, paga pelos impostos de todos.<br />
A situação deveria ter direito de antena no &#8220;prós e contras&#8221; mas dedicado à formação em específico. Isso foi formação para quê?? Palhaçadas??<br />
O Plano Tecnológico à primeira vista é algo de muito importante e útil, mas é com este tipo de formações que pretendem que os professores utilizem o &#8220;Sebastião&#8221; (perdoem-me, gostei mesmo do nome Sebastião!)? É com este tipo de formações que pretendem que os professores sejam capazes de o utilizar? Falo em professores com muitos anos de serviço e com 50as, que não estão tão esclarecidos relativamente às TIC, ou por outra, não estão muito prontos&#8230; É ridículo.<br />
Num dos agrupamentos de escolas de Espinho, nomeadamente na Escola nº2 de Espinho, os professores têm nas salas, quadros multimédia, pelo que percebi da descrição que me fizeram, são quadros interactivos onde dá para ligar o computador e dar aulas através dele, etc etc.. A situação mais caricata que surgiu foi, o interruptor está ao nível do das lâmpadas, qualquer miúdo de 6, 7,8 anos liga aquilo e num instante aquilo avaria. Já para não falar que não foi dado qualquer tipo de informação aos professores que vão trabalhar com isso. Agora já entendi&#8230; se nem aos professores que iriam &#8220;ajudar&#8221; no uso dos Magalhães a formação é dada em condições&#8230;que fará a nível de uma simples escola&#8230;<br />
Viva ao país do ouro&#8230;vem ouro do Brasil não é preciso trabalhar&#8230;vem dinheiro da Europa..não é preciso trabalhar&#8230; e depois os professores são o mal da sociedade, não, o mal da sociedade começa nos políticos e acaba nos eleitores, contra mim falo que votei Sócrates!<br />
Com os melhores cumprimentos, já com menos dor de barriga do riso que me provocou o hilariante vídeo, com votos de felicidades para o professor Paulo Carvalho que se mantém coerente nas opiniões/acções.<br />
Catarina Guimarães</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: AGarcia</title>
		<link>http://paulocarvalhotecnologias.wordpress.com/2008/09/29/deformacao-%c2%abmagalhaes%c2%bb/#comment-330</link>
		<dc:creator>AGarcia</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 21:50:16 +0000</pubDate>
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		<description>Incrível a &quot;formação&quot; sobre este novo &quot;El Dorado...&quot; socretino.
Uma imagem vale por mil palavras, e neste caso, pareceu-me que apenas uma pessoa teve honestidade intelectual e seriedade para não pactuar com formações para actuações circenses.
Pergunto : O que é isto? É para isto que servem os impostos que pago? Para que Professores tenham este tipo de &quot;formação&quot;, de forma a poder ensinar a trabalhar crianças em aprendizagem a novas tecnologias?
Se estivesse ali, e não estou a ironizar, o que me passaria pela cabeça era estar a entrar num daqueles programas de TV do género &quot;Apanhados&quot;.

Um bem haja Sr. Professor, e que continue de espinha direita e cabeça bem levantada!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Incrível a &#8220;formação&#8221; sobre este novo &#8220;El Dorado&#8230;&#8221; socretino.<br />
Uma imagem vale por mil palavras, e neste caso, pareceu-me que apenas uma pessoa teve honestidade intelectual e seriedade para não pactuar com formações para actuações circenses.<br />
Pergunto : O que é isto? É para isto que servem os impostos que pago? Para que Professores tenham este tipo de &#8220;formação&#8221;, de forma a poder ensinar a trabalhar crianças em aprendizagem a novas tecnologias?<br />
Se estivesse ali, e não estou a ironizar, o que me passaria pela cabeça era estar a entrar num daqueles programas de TV do género &#8220;Apanhados&#8221;.</p>
<p>Um bem haja Sr. Professor, e que continue de espinha direita e cabeça bem levantada!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: M.C.</title>
		<link>http://paulocarvalhotecnologias.wordpress.com/2008/09/29/deformacao-%c2%abmagalhaes%c2%bb/#comment-325</link>
		<dc:creator>M.C.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 21:19:05 +0000</pubDate>
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		<description>Sr. Paulo Carvalho,

Quando li o seu relato, sobre essa tão sui-generis acção de formação, para a qual foi convocado não pude deixar de me lembrar das novas oportunidades!
O rei vai mesmo nu, mas todos fingem que não veêm.

Bem-haja</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Paulo Carvalho,</p>
<p>Quando li o seu relato, sobre essa tão sui-generis acção de formação, para a qual foi convocado não pude deixar de me lembrar das novas oportunidades!<br />
O rei vai mesmo nu, mas todos fingem que não veêm.</p>
<p>Bem-haja</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: M.L.</title>
		<link>http://paulocarvalhotecnologias.wordpress.com/2008/09/29/deformacao-%c2%abmagalhaes%c2%bb/#comment-324</link>
		<dc:creator>M.L.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 11:03:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://paulocarvalhotecnologias.wordpress.com/?p=5#comment-324</guid>
		<description>Olá a todos

não posso deixar de manifestar a minha incompreensão de algumas medidas tomadas por este &quot;maravilhoso&quot; governo(?).
Sou professora de informática numa escola em que a maioria dos alunos são provenientes de famílias que vivem à base de subsídios de reinserção social. Como as verbas para as escolas diminuiram, não temos 1 única impressora que os alunos possam usar. Nós, professores, temos uma única impressora na sala de trabalho. Temos de controlar o número de fotocópias, temos de comprar resmas e resmas de papel e imprimir os nossos trabalhos em casa. Relativamente aos alunos, precisam de entregar os trabalhos impressos e recorrem às salas de informática onde não existe 1 única impressora. Sinto-me tão envergonhada que habitualmente pesso-lhes para passarem os trabalhos para a minha pen e imprimo-os em casa. 
Resta salientar q na escola funcionam 2º, 3º ciclo e secundário. A nível de professores somos mais de 500. As turmas funcionam com 26 alunos (e faltam-nos salas...)

Não sei se posso ser reformada com pouco mais de 20 anos de serviço mas sinto que não devo estar a funcionar bem da cabeça porque não consigo perceber mt bem estas medidas. Isto porque não gostaria de afirmar que temos como governantes os maiores trafulhas e incompetentes q já vi ao longo da minha vida. Os meus pensamentos incoerentes dizem-me que o Magalhães não passa de uma campanha política destinada a pessoas com um baixo nível cultural e nenhum espírito  crítico, como é lógico devo estar errada porque parece que estamos a funcionar muito bem...Enfim, aceito que devo estar louca</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos</p>
<p>não posso deixar de manifestar a minha incompreensão de algumas medidas tomadas por este &#8220;maravilhoso&#8221; governo(?).<br />
Sou professora de informática numa escola em que a maioria dos alunos são provenientes de famílias que vivem à base de subsídios de reinserção social. Como as verbas para as escolas diminuiram, não temos 1 única impressora que os alunos possam usar. Nós, professores, temos uma única impressora na sala de trabalho. Temos de controlar o número de fotocópias, temos de comprar resmas e resmas de papel e imprimir os nossos trabalhos em casa. Relativamente aos alunos, precisam de entregar os trabalhos impressos e recorrem às salas de informática onde não existe 1 única impressora. Sinto-me tão envergonhada que habitualmente pesso-lhes para passarem os trabalhos para a minha pen e imprimo-os em casa.<br />
Resta salientar q na escola funcionam 2º, 3º ciclo e secundário. A nível de professores somos mais de 500. As turmas funcionam com 26 alunos (e faltam-nos salas&#8230;)</p>
<p>Não sei se posso ser reformada com pouco mais de 20 anos de serviço mas sinto que não devo estar a funcionar bem da cabeça porque não consigo perceber mt bem estas medidas. Isto porque não gostaria de afirmar que temos como governantes os maiores trafulhas e incompetentes q já vi ao longo da minha vida. Os meus pensamentos incoerentes dizem-me que o Magalhães não passa de uma campanha política destinada a pessoas com um baixo nível cultural e nenhum espírito  crítico, como é lógico devo estar errada porque parece que estamos a funcionar muito bem&#8230;Enfim, aceito que devo estar louca</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Pedro</title>
		<link>http://paulocarvalhotecnologias.wordpress.com/2008/09/29/deformacao-%c2%abmagalhaes%c2%bb/#comment-320</link>
		<dc:creator>João Pedro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 09:14:54 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Sr. Paulo Carvalho,

Gostaria de comentar esta situação uma vez que me chegou por e-mail e invariavelmente para relatar mais um absurdo em torno deste computador &quot;Magalhães&quot;.
Concordo em pleno, que tendo decorrido essa acção de formação da forma como a descreveu, só terá servido para desfalcar mais um pouco o erário público e fazer perder tempo a quem quer trabalhar. 
O que mais me deixa perplexo é o facto de actualmente ninguém questionar o contexto em que surge o computador, nem a forma como tudo em torno deste assunto se está a desenrolar. Quem está a pagar esta propaganda vil e escandalosa? Para que vai servir o computador no âmbito da aprendizagem e ao nível da aquisição de conhecimentos básicos como aprender a ler e a escrever? Em suma, vai ser realmente útil para esta fase do ensino - 1º CEB?
Não deixo de mencionar que tenho uma filha no 1º ano do CEB e quando tiver que levar um computador para a escola vai levar o portátil dela com o qual vai aprendendo muita coisa com o acompanhamento dos pais.
Em várias conversas já me apercebi que muitos pais vão comprar o computador aos seus filhos, mas ainda não perceberam que se calhar a s escolas ainda não estão preparadas e equipadas sequer para receber esta parafernália de tecnologia. Vai haver rede wireless gratuita? Quem vai pagar routers e afins? Será que todos os pais vão fazer um acompanhamento adequado e atento ao mundo a que os seus filhos vão passar a estar expostos?

SOU CONTRA O COMPUTADOR &quot;MAGALHÃES&quot; não pelas vantagens óbvias que reconheço que poderá trazer, mas na forma atabalhoada como tudo está a ser conduzido e principalmente na propaganda escandalosa que está a ser conduzida pelo governo.

Cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Sr. Paulo Carvalho,</p>
<p>Gostaria de comentar esta situação uma vez que me chegou por e-mail e invariavelmente para relatar mais um absurdo em torno deste computador &#8220;Magalhães&#8221;.<br />
Concordo em pleno, que tendo decorrido essa acção de formação da forma como a descreveu, só terá servido para desfalcar mais um pouco o erário público e fazer perder tempo a quem quer trabalhar.<br />
O que mais me deixa perplexo é o facto de actualmente ninguém questionar o contexto em que surge o computador, nem a forma como tudo em torno deste assunto se está a desenrolar. Quem está a pagar esta propaganda vil e escandalosa? Para que vai servir o computador no âmbito da aprendizagem e ao nível da aquisição de conhecimentos básicos como aprender a ler e a escrever? Em suma, vai ser realmente útil para esta fase do ensino &#8211; 1º CEB?<br />
Não deixo de mencionar que tenho uma filha no 1º ano do CEB e quando tiver que levar um computador para a escola vai levar o portátil dela com o qual vai aprendendo muita coisa com o acompanhamento dos pais.<br />
Em várias conversas já me apercebi que muitos pais vão comprar o computador aos seus filhos, mas ainda não perceberam que se calhar a s escolas ainda não estão preparadas e equipadas sequer para receber esta parafernália de tecnologia. Vai haver rede wireless gratuita? Quem vai pagar routers e afins? Será que todos os pais vão fazer um acompanhamento adequado e atento ao mundo a que os seus filhos vão passar a estar expostos?</p>
<p>SOU CONTRA O COMPUTADOR &#8220;MAGALHÃES&#8221; não pelas vantagens óbvias que reconheço que poderá trazer, mas na forma atabalhoada como tudo está a ser conduzido e principalmente na propaganda escandalosa que está a ser conduzida pelo governo.</p>
<p>Cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: chegalhães</title>
		<link>http://paulocarvalhotecnologias.wordpress.com/2008/09/29/deformacao-%c2%abmagalhaes%c2%bb/#comment-316</link>
		<dc:creator>chegalhães</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 23:41:47 +0000</pubDate>
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		<description>Óh Sr Professor Manuel António!
Chega!
Será assim tão pouco evidente que o Professor Paulo Carvalho não está a atacar a classe em que inequivocamente se insere? Bolas! Eu nem aqui devia de estar, nem sou Professor, sem o ensino secundário tenho completo e tenho (ou penso que tenho) cabeça para interpretar assim! Porquê este tipo de ataques, passe a expressão? Que o Sr até tenha gostado, menos mal, agora não nos venha dizer que concorda que os objectivo e propósito a que se destinavam aqueles dois dias foram atingido e adequado, respectivamente!...
Ah! Essa gramática!... só um &#039;r&#039; no desenrasque-se...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Óh Sr Professor Manuel António!<br />
Chega!<br />
Será assim tão pouco evidente que o Professor Paulo Carvalho não está a atacar a classe em que inequivocamente se insere? Bolas! Eu nem aqui devia de estar, nem sou Professor, sem o ensino secundário tenho completo e tenho (ou penso que tenho) cabeça para interpretar assim! Porquê este tipo de ataques, passe a expressão? Que o Sr até tenha gostado, menos mal, agora não nos venha dizer que concorda que os objectivo e propósito a que se destinavam aqueles dois dias foram atingido e adequado, respectivamente!&#8230;<br />
Ah! Essa gramática!&#8230; só um &#8216;r&#8217; no desenrasque-se&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: pjrcarvalho70</title>
		<link>http://paulocarvalhotecnologias.wordpress.com/2008/09/29/deformacao-%c2%abmagalhaes%c2%bb/#comment-314</link>
		<dc:creator>pjrcarvalho70</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 23:32:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://paulocarvalhotecnologias.wordpress.com/?p=5#comment-314</guid>
		<description>Exmo. Sr. Pedro Nunes:

Começo por dizer que se o senhor me conhecesse pessoalmente, não escreveria, decerto, tal texto! Mas como nunca me viu mais gordo, o senhor achou por bem poetizar a minha «aventura» mediática, alvitrando que a ela me predispus e que agora virei herói de uma classe que, aplaudindo as minhas opiniões, se faz notar como delatora do Ministério da Educação.

Confesso-lhe que me daria jeito saber quem é o senhor, o que faz na vida, e para quem! Isso, para além de repor alguma equidade no que ao juízo do outro diz respeito, ajudar-me-ia a tecer uma linha de rumo retórico; mas como não sei, e não espero que mo diga, apesar do «para quem» não ser difícil, pelo menos, suspeitar, usarei um método muito simples de lhe provar que se engana redondamente a meu respeito.

Cansado que estou de repetir que apenas opinei acerca dos conteúdos e actividades de um Acção de Formação, como aliás opino acerca de muitas outras coisas no meu blogue, não sou daqueles que se serve do «ruído ululante da multidão para dissipar a minha responsabilidade individual»; não me resigno a esse insignificante e cobarde estatuto!

Eis que uma opinião minha, talvez pela forma como está expressa, agita as águas dos media (famintos de regabofe) e resolvem assediar-me em catadupa, para explicações! Ora, o senhor acha que um cidadão simples e pacato como eu, que é avesso a protagonismos, de tal devia fugir a sete pés! E nessa altura o comentário do Sr. Pedro Nunes seria «…isto sim é de homem; dar a opinião num blogue e depois rejeitar mediatismo quando se lhe pedem explicações é que é de homem…»! Não, senhor Pedro! Eu já dei para esse peditório! Nessa altura, o senhor atirava-se a mim, chamando-me impropérios por lançar a polémica e depois não dar a cara! É sempre assim!

Pergunte à Margarida Cardoso, ou a qualquer dos jornalistas que me abordaram, qual a primeira coisa que lhes disse! «Eu não tenho notícias para vocês! Aqui não há nada que vos interesse, porque o que vos interessa é a polémica, nomeadamente, dos vídeos e das pessoas envolvidas e sobre isso eu não tenho qualquer responsabilidade! Mas lá vinham os pedidos de esclarecimento e eu… esclarecia-os! Claro que ficavam desolados com a minha postura e provaram-no com as ínfimas peças que passaram, comparando com o tempo de reportagem; a SIC, por exemplo, nem se deu ao trabalho de passar o que quer que fosse (pelo menos até agora); por certo, e muito bem, por não viram motivos para tal!

Se eu procurasse protagonismo, senhor Pedro, não teria declinado o convite que o próprio Ricardo Araújo Pereira me fez para colaborar no Gato Fedorento, dizendo-lhe que jamais entraria em sarcasmos com uma coisa tão séria.

As outras polémicas, senhor Pedro, não as do Expresso, que nada me interessam, mas aquelas que são as grandes questões que opõem ME e professores, não são polémicas; são rudes e cruas verdades, atentatórias da dignidade profissional de 150 000 pessoas, e nem o senhor, nem ninguém, podem ousar denegrir algum professor que delas se queixe.

Continuando a sua ode ao meu narcisismo, alega que fui despiciente no comentário à inegável mais-valia dos «Magalhães» e que me preocupei em fazer de uma Acção de Formação, uma notícia nacional! Portanto, o meu amigo acha, no fim de contas, que a Acção foi um sucesso, porquanto durante uma tarde e uma manhã (fora a noite) mais não se fez do que exortar ao «Magalhães»! Ou seja, o meu amigo alinha no diapasão de que a formação técnico-pedagógica em contexto de sala de aula, é um pormenorzinho de somenos importância! Isto é, uma professora do 1º CEB, de 50 anos, com vinte «Magalhães» e vinte «manganões» à frente, mais não precisa de saber do que mandá-los ligar, olhar para eles e… bater palmas!

E prosseguindo no seu ensaio sobre meu umbiguismo, bate no ceguinho do costume, afirmando que denegri colegas. Desta vez já não vou trivializar, dizendo simplesmente que não tive tal atenção! Prefiro dizer o seguinte, e quem me dera que todos os ditos colegas lessem este trecho: Já reparou que quem se sinta denegrido, por alguma coisa será? Já reparou que se os colegas, como espero, assumirem os seus actos com responsabilidade e sem arrependimentos, podem, eles próprios, denegrir-me a mim por me ter negado a tais actos? A diferença será que eu não sinto tal denegrição! E eles? Já reparou que alguns se apressaram a retirar da net os vídeos que eles próprios colocaram para testemunhar e partilhar o seu trabalho? Ainda assim tive o cuidado de não usar a imagem de ninguém no ÚNICO vídeo da minha responsabilidade!

Ali não houve heróis, senhor Pedro! Houve duas pessoas que quiseram manifestar-se contra tais actividades, dada a sua descontextualização! Que diabo! Estarão o PTE, a Intel, o ME e as outras empresas envolvidas, imunes a falhas de planificação?

Depois, essa técnica de retorquir cada metáfora que usei para relatar o sucedido, merece-me as seguintes precisões: «náuseas» foi quando vomitei tudo o que tinha no estômago para cima do vizinho da frente; «circo» foi quando o Sr. Cardinalli montou uma tenda gigante no meio do auditório e soltou dois leões; e «obedientes» foi quando os colegas subiram ao palco, vestidos às riscas, com umas bolas de ferro atadas aos pés e sob as vergastas das formadoras!

Pelo amor de Deus!

Ó senhor Pedro: o que eu penso dos colegas é tão importante como o que eles pensam de mim, ok? Apenas protagonizámos comportamentos divergentes de acordo com a forma de ser e de estar de cada um. Eles só têm de assumir os seus actos tal como eu assumo os meus! Elementar, mau caro Watson!

Em vez daquilo, senhor Pedro, eu não queria calhamaços técnicos, mas a minha alternativa, a minha diferença e a minha crítica construtiva foi efectivamente transmitida à senhora representante do PTE que estava no exterior e com quem esgrimi um debate de ideias, dizendo-lhe que esperava mais tempo dedicado à formação técnico-pedagógica, sem atritos linguísticos e onde se explorassem as inegáveis valências dos PCs, nomeadamente em termos de redes de grupos de trabalho. Mas também a dita senhora, e pelos vistos tal como o senhor Pedro, achou aquela sessão espectacular e absolutamente profiláctica na arte de explorar técnico-pedagogicamente um computador.

Parece-me, senhor Pedro, que já fiz, em 16 anos de professor, alguma coisa útil para a Educação! Tenho o bem mais precioso para o atestar – os alunos! Mas é óbvio que o meu amigo considera muito mais obra, meia dúzia de críticas, que escrevo no meu blogue!

O maior cavalo de batalha dos professores, senhor Pedro, dos bons e dos maus, porque os há, é a terminante recusa em aceitar serem unicamente culpabilizados por um fracassado sistema educativo, e o aberrante tipo de avaliação vigente bem como a castração de carreiras, servirem de palmatória.

Acha então que me vou iludindo com palmadinhas nas costas! Pois, meu caro, a prova que não me iludo é o veemente repúdio que dou a manifestações de força que recebo, aludindo a uma espécie gladiador que encarnarei, publicando as minhas opiniões. E sabe como as repudio? Por exemplo, com o texto «sejam livres, porra!» que encontrará antes do texto que despoletou tudo isto! Eu vivo com os outros, senhor Pedro! Não dos outros nem para os outros!

O meu blogue tem dezenas de artigos onde se debatem os reais problemas da Educação; o problema é que me parece que divergimos naquilo que achamos serem os reais problemas da Educação! Tenho vários textos onde faço propostas, nomeadamente, quanto à avaliação!

Segue-se a pérola do seu texto:

« Faça por contornar a problemática política, embora sem a esquecer, porque a classe e o país merecem melhor que uma pura perda de tempo com discussões estéreis de politiquices e politiqueiros que, não tendo até agora merecido o esforço e empenhamento dos professores ao longo de mais de trinta anos de democracia, merecem menos ainda que percamos tempo a defendê-los ou denegri-los; os que estão e os que querem entrar».

É muito difícil, senhor Pedro, mas prometo tentar doravante!

Admito, sim senhor, que não estive totalmente bem nesta intervenção, unicamente pelas metáforas linguísticas que usei e que podem ser mal interpretadas! De resto, não retiro uma vírgula; portanto, meu caro senhor Pedro, continuarei a ser um cidadão livre e interventivo, continuarei a ser «avesso» a mediatismos e quanto a esta polémica, que os media transformaram em notícia, poderia rever uma seta ou outra, mas os alvos mantenho-os!

Felicito-o pelo comentário!

Paulo Carvalho</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Exmo. Sr. Pedro Nunes:</p>
<p>Começo por dizer que se o senhor me conhecesse pessoalmente, não escreveria, decerto, tal texto! Mas como nunca me viu mais gordo, o senhor achou por bem poetizar a minha «aventura» mediática, alvitrando que a ela me predispus e que agora virei herói de uma classe que, aplaudindo as minhas opiniões, se faz notar como delatora do Ministério da Educação.</p>
<p>Confesso-lhe que me daria jeito saber quem é o senhor, o que faz na vida, e para quem! Isso, para além de repor alguma equidade no que ao juízo do outro diz respeito, ajudar-me-ia a tecer uma linha de rumo retórico; mas como não sei, e não espero que mo diga, apesar do «para quem» não ser difícil, pelo menos, suspeitar, usarei um método muito simples de lhe provar que se engana redondamente a meu respeito.</p>
<p>Cansado que estou de repetir que apenas opinei acerca dos conteúdos e actividades de um Acção de Formação, como aliás opino acerca de muitas outras coisas no meu blogue, não sou daqueles que se serve do «ruído ululante da multidão para dissipar a minha responsabilidade individual»; não me resigno a esse insignificante e cobarde estatuto!</p>
<p>Eis que uma opinião minha, talvez pela forma como está expressa, agita as águas dos media (famintos de regabofe) e resolvem assediar-me em catadupa, para explicações! Ora, o senhor acha que um cidadão simples e pacato como eu, que é avesso a protagonismos, de tal devia fugir a sete pés! E nessa altura o comentário do Sr. Pedro Nunes seria «…isto sim é de homem; dar a opinião num blogue e depois rejeitar mediatismo quando se lhe pedem explicações é que é de homem…»! Não, senhor Pedro! Eu já dei para esse peditório! Nessa altura, o senhor atirava-se a mim, chamando-me impropérios por lançar a polémica e depois não dar a cara! É sempre assim!</p>
<p>Pergunte à Margarida Cardoso, ou a qualquer dos jornalistas que me abordaram, qual a primeira coisa que lhes disse! «Eu não tenho notícias para vocês! Aqui não há nada que vos interesse, porque o que vos interessa é a polémica, nomeadamente, dos vídeos e das pessoas envolvidas e sobre isso eu não tenho qualquer responsabilidade! Mas lá vinham os pedidos de esclarecimento e eu… esclarecia-os! Claro que ficavam desolados com a minha postura e provaram-no com as ínfimas peças que passaram, comparando com o tempo de reportagem; a SIC, por exemplo, nem se deu ao trabalho de passar o que quer que fosse (pelo menos até agora); por certo, e muito bem, por não viram motivos para tal!</p>
<p>Se eu procurasse protagonismo, senhor Pedro, não teria declinado o convite que o próprio Ricardo Araújo Pereira me fez para colaborar no Gato Fedorento, dizendo-lhe que jamais entraria em sarcasmos com uma coisa tão séria.</p>
<p>As outras polémicas, senhor Pedro, não as do Expresso, que nada me interessam, mas aquelas que são as grandes questões que opõem ME e professores, não são polémicas; são rudes e cruas verdades, atentatórias da dignidade profissional de 150 000 pessoas, e nem o senhor, nem ninguém, podem ousar denegrir algum professor que delas se queixe.</p>
<p>Continuando a sua ode ao meu narcisismo, alega que fui despiciente no comentário à inegável mais-valia dos «Magalhães» e que me preocupei em fazer de uma Acção de Formação, uma notícia nacional! Portanto, o meu amigo acha, no fim de contas, que a Acção foi um sucesso, porquanto durante uma tarde e uma manhã (fora a noite) mais não se fez do que exortar ao «Magalhães»! Ou seja, o meu amigo alinha no diapasão de que a formação técnico-pedagógica em contexto de sala de aula, é um pormenorzinho de somenos importância! Isto é, uma professora do 1º CEB, de 50 anos, com vinte «Magalhães» e vinte «manganões» à frente, mais não precisa de saber do que mandá-los ligar, olhar para eles e… bater palmas!</p>
<p>E prosseguindo no seu ensaio sobre meu umbiguismo, bate no ceguinho do costume, afirmando que denegri colegas. Desta vez já não vou trivializar, dizendo simplesmente que não tive tal atenção! Prefiro dizer o seguinte, e quem me dera que todos os ditos colegas lessem este trecho: Já reparou que quem se sinta denegrido, por alguma coisa será? Já reparou que se os colegas, como espero, assumirem os seus actos com responsabilidade e sem arrependimentos, podem, eles próprios, denegrir-me a mim por me ter negado a tais actos? A diferença será que eu não sinto tal denegrição! E eles? Já reparou que alguns se apressaram a retirar da net os vídeos que eles próprios colocaram para testemunhar e partilhar o seu trabalho? Ainda assim tive o cuidado de não usar a imagem de ninguém no ÚNICO vídeo da minha responsabilidade!</p>
<p>Ali não houve heróis, senhor Pedro! Houve duas pessoas que quiseram manifestar-se contra tais actividades, dada a sua descontextualização! Que diabo! Estarão o PTE, a Intel, o ME e as outras empresas envolvidas, imunes a falhas de planificação?</p>
<p>Depois, essa técnica de retorquir cada metáfora que usei para relatar o sucedido, merece-me as seguintes precisões: «náuseas» foi quando vomitei tudo o que tinha no estômago para cima do vizinho da frente; «circo» foi quando o Sr. Cardinalli montou uma tenda gigante no meio do auditório e soltou dois leões; e «obedientes» foi quando os colegas subiram ao palco, vestidos às riscas, com umas bolas de ferro atadas aos pés e sob as vergastas das formadoras!</p>
<p>Pelo amor de Deus!</p>
<p>Ó senhor Pedro: o que eu penso dos colegas é tão importante como o que eles pensam de mim, ok? Apenas protagonizámos comportamentos divergentes de acordo com a forma de ser e de estar de cada um. Eles só têm de assumir os seus actos tal como eu assumo os meus! Elementar, mau caro Watson!</p>
<p>Em vez daquilo, senhor Pedro, eu não queria calhamaços técnicos, mas a minha alternativa, a minha diferença e a minha crítica construtiva foi efectivamente transmitida à senhora representante do PTE que estava no exterior e com quem esgrimi um debate de ideias, dizendo-lhe que esperava mais tempo dedicado à formação técnico-pedagógica, sem atritos linguísticos e onde se explorassem as inegáveis valências dos PCs, nomeadamente em termos de redes de grupos de trabalho. Mas também a dita senhora, e pelos vistos tal como o senhor Pedro, achou aquela sessão espectacular e absolutamente profiláctica na arte de explorar técnico-pedagogicamente um computador.</p>
<p>Parece-me, senhor Pedro, que já fiz, em 16 anos de professor, alguma coisa útil para a Educação! Tenho o bem mais precioso para o atestar – os alunos! Mas é óbvio que o meu amigo considera muito mais obra, meia dúzia de críticas, que escrevo no meu blogue!</p>
<p>O maior cavalo de batalha dos professores, senhor Pedro, dos bons e dos maus, porque os há, é a terminante recusa em aceitar serem unicamente culpabilizados por um fracassado sistema educativo, e o aberrante tipo de avaliação vigente bem como a castração de carreiras, servirem de palmatória.</p>
<p>Acha então que me vou iludindo com palmadinhas nas costas! Pois, meu caro, a prova que não me iludo é o veemente repúdio que dou a manifestações de força que recebo, aludindo a uma espécie gladiador que encarnarei, publicando as minhas opiniões. E sabe como as repudio? Por exemplo, com o texto «sejam livres, porra!» que encontrará antes do texto que despoletou tudo isto! Eu vivo com os outros, senhor Pedro! Não dos outros nem para os outros!</p>
<p>O meu blogue tem dezenas de artigos onde se debatem os reais problemas da Educação; o problema é que me parece que divergimos naquilo que achamos serem os reais problemas da Educação! Tenho vários textos onde faço propostas, nomeadamente, quanto à avaliação!</p>
<p>Segue-se a pérola do seu texto:</p>
<p>« Faça por contornar a problemática política, embora sem a esquecer, porque a classe e o país merecem melhor que uma pura perda de tempo com discussões estéreis de politiquices e politiqueiros que, não tendo até agora merecido o esforço e empenhamento dos professores ao longo de mais de trinta anos de democracia, merecem menos ainda que percamos tempo a defendê-los ou denegri-los; os que estão e os que querem entrar».</p>
<p>É muito difícil, senhor Pedro, mas prometo tentar doravante!</p>
<p>Admito, sim senhor, que não estive totalmente bem nesta intervenção, unicamente pelas metáforas linguísticas que usei e que podem ser mal interpretadas! De resto, não retiro uma vírgula; portanto, meu caro senhor Pedro, continuarei a ser um cidadão livre e interventivo, continuarei a ser «avesso» a mediatismos e quanto a esta polémica, que os media transformaram em notícia, poderia rever uma seta ou outra, mas os alvos mantenho-os!</p>
<p>Felicito-o pelo comentário!</p>
<p>Paulo Carvalho</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Hernani</title>
		<link>http://paulocarvalhotecnologias.wordpress.com/2008/09/29/deformacao-%c2%abmagalhaes%c2%bb/#comment-311</link>
		<dc:creator>Hernani</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 19:20:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://paulocarvalhotecnologias.wordpress.com/?p=5#comment-311</guid>
		<description>Apelidar isto de circo é insultar os profissionais circences. Chamar os professores de palhaços é demasiado fácil, difícil é ler comentários como o do Sr Domingos &quot;...denegrir entidades superiores...&quot;, será que está a falar do palhaço chefe, ou será da su ajudante? Ainda bem que cada um pode aqui deixar a sua opinião emboram algumas sejam de gosto duvidoso.
Nada disto me surpreende, não interesa ser, interessa parecer, não interessa a qualidade, mas apenas a quantidade. A formação foi feita, até aposto que no final passou a dita folhinha para a valiação da mesma, não me espantaria que tivesse sido avaliada de muito boa. Convém continuar assim, tapar o sol com a peneira e assobiar para o lado. Em vez de se apostar numa formação séria que possa rentabilizar um recurso pago por todos os contribuintes, promove-se uma pseudo-formação onde pouco ou nada se aprende. Afinal alguém é capaz de explicar como seremos capazes de tirar partido desta &quot;poderosa&quot; ferramenta? Parece-me que não. Parabens colega, não deixe silenciar a voz da indignação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apelidar isto de circo é insultar os profissionais circences. Chamar os professores de palhaços é demasiado fácil, difícil é ler comentários como o do Sr Domingos &#8220;&#8230;denegrir entidades superiores&#8230;&#8221;, será que está a falar do palhaço chefe, ou será da su ajudante? Ainda bem que cada um pode aqui deixar a sua opinião emboram algumas sejam de gosto duvidoso.<br />
Nada disto me surpreende, não interesa ser, interessa parecer, não interessa a qualidade, mas apenas a quantidade. A formação foi feita, até aposto que no final passou a dita folhinha para a valiação da mesma, não me espantaria que tivesse sido avaliada de muito boa. Convém continuar assim, tapar o sol com a peneira e assobiar para o lado. Em vez de se apostar numa formação séria que possa rentabilizar um recurso pago por todos os contribuintes, promove-se uma pseudo-formação onde pouco ou nada se aprende. Afinal alguém é capaz de explicar como seremos capazes de tirar partido desta &#8220;poderosa&#8221; ferramenta? Parece-me que não. Parabens colega, não deixe silenciar a voz da indignação.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: tomás pereira</title>
		<link>http://paulocarvalhotecnologias.wordpress.com/2008/09/29/deformacao-%c2%abmagalhaes%c2%bb/#comment-310</link>
		<dc:creator>tomás pereira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 18:56:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://paulocarvalhotecnologias.wordpress.com/?p=5#comment-310</guid>
		<description>eheh... és o orgulho do Paulo... Portas !!!!!!!!!! ahahahahahahahahahah</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eheh&#8230; és o orgulho do Paulo&#8230; Portas !!!!!!!!!! ahahahahahahahahahah</p>
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